Capa do romance A CEO E O GUARDA COSTA

A CEO E O GUARDA COSTA

9.1 / 10.0
Em A CEO E O GUARDA COSTA, Paola é uma executiva que evita o amor até uma noite mudar tudo. Diogo, um viúvo humilde, desafia suas convicções nesta romance novel. Entre segredos e traumas, descubra como este billionaire romance explora a redenção e o desejo em uma envolvente online novel.
Resumo de A CEO E O GUARDA COSTA
Paola Assunção é uma CEO implacável que evita o amor devido ao trágico divórcio dos pais. Sua vida cruza com a de Diogo Ventura, um viúvo dedicado que cria sua filha após ser traído pela falecida esposa. Um encontro inesperado gera uma paixão avassaladora, forçando-os a encarar feridas profundas. Entre o medo da vulnerabilidade e uma atração magnética, ambos precisam decidir se superam os traumas do passado para viverem uma redenção emocional juntos.
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A CEO E O GUARDA COSTA Capítulo 1

A noite estava fria, e Paola Assunção, CEO de uma das maiores empresas do país, sentia o peso de mais um dia exaustivo de decisões e reuniões.

Ela sempre foi uma mulher forte, fria e controlada, forjada pelos traumas de sua infância. Observando o fracasso do casamento de seus pais, Paola cresceu com uma aversão a qualquer tipo de envolvimento emocional. Para ela, tudo era questão de controle.

Naquela noite, enquanto olhava a cidade iluminada pela janela de sua luxuosa cobertura, ela sentiu a necessidade de se desligar, de esquecer o vazio que crescia dentro de si. Caminhou até seu bar privativo e abriu uma garrafa de vinho tinto. Sabia que o álcool ajudaria a relaxar os músculos tensos e dissipar a solidão que a envolvia como uma nuvem pesada. Bebericando o vinho, decidiu que precisava de mais, mais distração, mais prazer. Ligou para a agência com a qual tinha costume de ligar com esse propósito e solicitou um acompanhante para a noite.

A bebida descia quente por sua garganta, aquecendo seu corpo e sua mente. Após alguns minutos, ela vestiu uma lingerie preta, de seda e renda, que abraçava suas curvas de maneira provocante. Paola sempre gostou de controlar a narrativa de sua própria vida, e isso incluía a forma como se apresentava. Ela sabia que era uma mulher irresistível, seu corpo pequeno, mas cheio de curvas generosas, o bumbum firme e os seios pequenos e firmes deixavam os homens loucos de desejo por ela.

Quando a campainha tocou, Paola já sentia o calor do vinho subir. Ela abriu a porta com um sorriso sedutor nos lábios, pronta para a distração que havia encomendado. O homem diante dela era alto, forte, com olhos azuis penetrantes que a fizeram congelar por um breve momento. Seu porte atlético e o terno impecavelmente ajustado ao corpo sugeriam perigo e autoridade. Exatamente o tipo que a atraía, porque era esse tipo de homem que ela gostava de dominar em sua cama, mostrando que era sempre ela quem estava no comando.

- Você chegou - murmurou ela, com a voz rouca de desejo, puxando-o para dentro do apartamento.

Diogo Montenegro estava confuso. Ele havia sido contratado para a segurança da grande empresária Paola Assunção, estava ali para ser seu guarda-costas. Ele foi contratado naquela manhã e sabia que ela não estava satisfeita com a decisão imposta por seus avós, segundo eles lhe informaram, mas disseram que queriam garantir sua segurança, mesmo à revelia dela. Ele só pôde ir até a sua cobertura e se apresentar formalmente naquela noite porque teve que comparecer novamente a uma audiência, onde os avós maternos de sua filha de seis anos insistiam em querer tirá-la dele, e dessa vez ele provou que tinha condições de cuidar de sua filha e que sua cunhada e seu pai o ajudavam. Diogo tentou afastar Paola de si, vendo que certamente estava havendo algum engano e ela o estava confundindo com outra pessoa.

- Senhorita Assunção... - ele tentou começar, mas ela o interrompeu com um olhar carregado de intenção.

- Não precisa ser tão formal - disse ela, com um sorriso provocante, enquanto o puxava mais para perto, seus dedos se enroscando na gravata dele.

Paola falou com um tom de sedução, o desejo latente em seus olhos, e ele sentiu sua resistência vacilar.

Diogo ficou estático e logo entendeu quem ela estava esperando, o que o surpreendeu. Ele ficou abismado com o fato de uma mulher linda como ela pagar um homem para transar, sendo que qualquer homem faria isso com todo prazer, inclusive ele.

O perfume inebriante de Paola o envolvia, e ele podia sentir o calor do corpo dela contra o seu. Cada fibra do seu ser gritava para que ele parasse, lembrando-o de que estava ali para protegê-la, não para ser seduzido. Mas o olhar dela, os lábios carnudos e convidativos, e a forma como aquela lingerie moldava suas curvas tornavam impossível resistir.

Ela o puxou com mais força, colando seus corpos. Os seios de Paola pressionados contra seu peito, a respiração acelerada dela, e o toque suave de suas mãos, que deslizavam pelo peito dele, despertavam um desejo primitivo que Diogo lutava para conter.

____ Não faça isso, senhorita, eu não sou quem está pensando... - ele tentou resistir, mas a voz saía fraca, quase um sussurro.

O beijo dela veio rápido, urgente. Os lábios de Paola se pressionaram contra os dele, o gosto do vinho e o desejo misturando-se em uma combinação irresistível.

Diogo sabia que estava cruzando uma linha perigosa, mas quando sentiu o corpo pequeno e curvilíneo de Paola se moldando ao dele, sua resistência se desfez. Ele a beijou de volta, profundo e feroz, suas mãos explorando cada centímetro do corpo macio dela. Paola gemia baixinho, provocando-o ainda mais, enquanto o puxava em direção ao quarto.

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