Capa do romance Jornalista de Guerra: Meu Destino

Jornalista de Guerra: Meu Destino

8.8 / 10.0
Em Jornalista de Guerra: Meu Destino, uma traição rompe o noivado de uma jovem após a destruição de sua única lembrança familiar. Neste romance de ação, ela abandona a vida de fardo para virar correspondente de guerra. Leia romances online e acompanhe esta jornada de libertação e coragem.
Resumo de Jornalista de Guerra: Meu Destino
Prestes a casar, vejo Lucas priorizar Patrícia, sua amiga de infância, enquanto ignoro o luto por minha família militar. A humilhação atinge o ápice quando ela destrói a única lembrança do meu irmão e Lucas me manda limpar os restos, defendendo-a. Diante dessa traição e frieza, decido romper o noivado. Com o braço ferido e o coração liberto, aceito secretamente uma vaga como correspondente de guerra. Vou buscar minha coragem longe de quem me apagou.
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Jornalista de Guerra: Meu Destino Capítulo 1

A um mês do meu casamento, Lucas, meu noivo, estava constantemente grudado no celular, rindo das piadas de Patrícia, sua amiga de infância. Eu me sentia invisível, com a dor da perda do meu pai e irmão militares ainda me sufocando.

Mas a invisibilidade se transformou em humilhação quando Patrícia, com sua voz estridente e alegria invasiva, decidiu aparecer sem avisar. Ela ignorou minha presença, jogou-se ao lado de Lucas no sofá e, como um furacão, virou minha vida de cabeça para baixo.

Sem qualquer aviso, ela pegou meu pulso e, num ato brusco, quebrou o bracelete de prata. O bracelete que meu irmão me deu, seu amuleto da sorte, a única coisa física que me restava dele, estava agora em pedaços. Lucas, em vez de me defender, consolou Patrícia, minimizando a quebra do bracelete como um "acidente" e minha dor como "sensibilidade" . Ele me ignorou e a protegeu, me mandando "limpar a bagunça" .

Como ele podia ser tão cego? Tão insensível? A dor no meu peito não era mais apenas luto, era uma ferida aberta pela traição dele, pela crueldade dela. Eu era um fardo, um inconveniente.

Naquele momento, enquanto ele a consolava e as amigas dela me lançavam olhares de ódio, uma clareza gelada me atingiu. Eu não ia casar com ele. Eu não ia ser apagada lentamente. Em segredo, com meu braço quebrado pela fúria dela e a negligência dele, eu apliquei para uma vaga de correspondente de guerra. Era hora de encontrar a minha própria coragem, longe dali, longe deles. Eu não estava fugindo; estava me libertando.

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