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Capa do romance Minha Obsessão

Minha Obsessão

Marcelo, um rico empresário, seduz a simples florista Alana e a leva para viver sob seu teto. Contudo, ele a mantém em segredo, julgando-a incapaz de integrar sua elite social. Após uma noite marcante, ela some sem deixar rastros. Por dois anos, Marcelo mergulha em uma busca doentia até encontrar pistas de sua localização. Agora, a verdade oculta por trás da fuga repentina de Alana e o que ela escondeu durante esse tempo finalmente virão à tona.
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Capítulo 2

Alana ficou muda diante da ousadia daquele homem.

- Apenas as flores estão a venda senhor, não faço parte do pacote, disse com tristeza após recuperar a voz.

- Tudo esta a venda, tudo tem um preço! Eu quero você e vou ter, não importa o quanto irá me custar.

Alana abriu e fechou a boca várias vezes, tentando formular alguma frase que fizesse sentido. Se aproveitando do estado da mulher, Marcelo se aproximou quase encostando sua boca na dela.

- Isso, abra a boca pra mim, Pequena!

- Eu....

Alana não conseguiu completar a frase, a boca de Marcelo desceu sobre a sua. Sua língua passeava pela boca de Alana e instintivamente a língua de Amanda repetiu o gesto buscando freneticamente explorar a boca daquele homem.

As mãos de Marcelo começaram a explorar o corpo de Alana, ela sentiu o bico de seu seio endurecer com o toque dele, sentiu sua calcinha ficando molhada quando ele apertou com força o bico já duro e descendo a alça fina do vestido passou a sugar e morder o pequeno botão de prazer, fazendo a mulher suspirar.

Marcelo não estava aguentando de tesão, seu pau estava duro e suas bolas pareciam prestes a explodir, ia foder com ela ali mesmo, no banco traseiro do carro. Com um toque no botão, fechou a divisória do carro. Tony era discreto e não seria a primeira vez que poderia observar seu chefe trepando no banco traseiro, mas por algum motivo Marcelo não quis expor o corpo de Alana aos olhos de outro homem.

Com uma mão Marcelo segurava o corpo da garota junto do seu, enquanto que a outra mão desceu pelas pernas fenomenais da garota, alisando e apertando, subindo o vestido e procurando o centro da sua feminilidade.

Quando sentiu o toque inicialmente leve da mão de Marcelo em sua buceta Alana recuperou parte de sua sanidade, mas quando Marcelo parou de sugar seu peito e deixando um rastro de beijos, lambidas e mordidas chegou em sua orelha e sussurrou com a voz pesada de tesão, sua cabeça girou novamente.

- Eu quero mamar essa bucetinha e sentir você gosando na minha boca! Vou chupar você inteira e você vai mamar meu pau, quero ver você bebendo toda minha porra!! Sente como ele está duro, falou pequeno a mão de Alana e colocando sobre aquele mastro duro e grosso e a estava quase saltando pra fora da calça.

Alana apalpou aquele pau ereto e suas mãos começaram a abrir as calças dele, querendo acesso direto ao membro rígido e pulsando, ao mesmo tempo ofereceu com um gesto seus peito para que fossem mamados pela boca inquieta de Marcelo.

Percebendo que a garota estava entregue e totalmente disposta a lhe satisfazer Marcelo afrouxou o braço que a mantinha presa e passou a brincar com a mão e a boca em seus peitos, chupando e mordendo, alternando entre um peito e outro, a outra mão novamente se dirigiu a parte mais íntima de Alana e afastando sua calcinha, passou a massagear seu clitóris de forma lenta e firme com o polegar, enquanto o outro dedo tentava invadir a caverna úmida e quente daquela bucetinha.

Novamente ao sentir o toque em sua intimidade a mente de Alana, antes turvada pelo desejo, clareou o suficiente para ela perceber o que estava fazendo. Nunca tinha estado com um homem e agora estava quase se entregando a um desconhecido, no banco traseiro de um carro, no meio do trânsito da Capital. Aproveitando que Marcelo não a mantinha mais prisioneira em seu abraço e parecia distraído mamando seu peito e massageando sua buceta, Alana abriu a porta repentinamente e desceu do carro em desabalada carreira, correndo entre os veículos e desaparecendo na noite.

Marcelo ficou em choque, a garota estava entregue, gemendo e suspirando em seus braços, ela tentou ter acesso ao seu pau, sem que ele sequer tivesse pedido e derepente ela não estava mais ali. Descendo do carro Marcelo tentou enxergar para onde aquela vagabunda teria ido, mas só conseguia ver o mar de veículos. Entrando novamente no carro, abaixou a divisória de vidro escuro.

- Tony, a garota das flores, quero saber tudo sobre ela, ela se chama Alana.

- Sim Senhor, vou fazer o possível para localizar a garota.

- Faça o impossível também Tony.

Marcelo fechou novamente a Tony não pode mais observar seu rosto. Conhecia bem seu chefe, algo tinha dado errado pra ele e o homem estava furioso. Marcelo era um homem poderoso, não estava acostumado a não ter o que queria, e aquela garota das flores parece não ter atendido aos desejos do Chefe. Homens, mulheres, governos, empresários e até a imprensa sempre atendiam aos desejos de Marcelo. Naquele momento sentiu pena de Alana, a garota não teria chance.