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Capa do romance My Favorite Killer

My Favorite Killer

Elisa Mancini vive cercada de luxo em Nova York, mas mantém sua humildade apesar de ser filha do chefe do FBI. Sua vida muda quando Luke, um perigoso serial killer, decide se vingar de seu pai por traumas do passado. Ele planeja eliminar toda a família Mancini, começando pela doce Elisa. Ao sequestrá-la para manipular Enrico, o criminoso sem alma descobre sentimentos inesperados. Agora, qualquer um que tente salvar a garota enfrentará a fúria mortal de Luke.
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Capítulo 3

Prólogo

Luke

Eu estava caminhando nas linhas de trilho do metrô de Nova York, quando ouvi um gemido abafado vindo de um dos túneis que iam direto para o esgoto. Algum casal de merda devia estar fazendo sexo. Quanto mais eu ia me aproximando do túnel, mais o barulho de gemido feminino aumentava.

Eu odiava a felicidade dos outros, então eu faria de tudo para tirar a felicidade deles. Matando os seus entes queridos, filhos, esposa, marido e amigos. Felicidade é para os fracos, eu já ouvi esta frase em algum lugar, mas não consigo me lembrar de onde.

A mulher estava praticamente gritando enquanto o seu – se eu não me engano marido –

– estava lambendo sua buceta. Ela não tinha me visto, a luxúria e o prazer predominando em todo o seu corpo. Já o homem, estava com os olhos abertos, vendo sua esposa se contorcendo de prazer. Seus olhos se desviaram da mulher e se fixaram em mim. Ele franziu a testa e se endireitou.

— Perdeu algo aqui? — Ele perguntou irritado por eu acabar com o momento íntimo entre ele e a mulher.

Péssima coisa para se dizer para uma pessoa como eu. Eu dei o meu sorriso torcido e me aproximei, subindo na plataforma do túnel. — Que pena que a transa acabou, agora é hora do meu show. — Eu peguei minha karambit favorita, o cabo e a lâmina preta, uma das melhores da minha coleção.

A lâmina se refletiu com as luzes mal iluminadas que o túnel proporcionava. A mulher rapidamente subiu sua calcinha até esconder sua nudez e abaixou a saia que estava em seu estômago, seus dedos tremiam violentamente enquanto ela se cobria. Eu percebi a ela dar um passo para trás. O homem me encarava com desafio, subestimando minhas habilidades com a faca. Eu deixei o sorriso cair e lhe lancei um olhar ameaçador, ele entendeu o recado ao pegar a mão de sua esposa e começar a dar largos passos para trás, seus olhos não desviaram de mim ou da faca.

Eu inclinei a cabeça. — Mas já estão fugindo. — Eu disse com uma risada sarcástica. — A festa ainda nem começou.

Eu me lancei primeiro no homem, ele lutaria, diferente da mulher que se submeteria a minha força e temeria pelo medo do inevitável, do que eu poderia fazer com a faca. Mas eu estava enganado, o homem largou a mão da mulher e saiu correndo pelo corredor que havia na esquerda. Covarde. Ele podia esperar, eu acabaria com a mulher primeiro.

Diferente do homem, ela ficou paralisada no lugar, me olhando nos fundos dos meus olhos, como se isso me fizesse sentir misericórdia e poupar a sua vida. Eu me avancei sobre ela com um sorriso torcido, puxei seu cabelo para trás deixando seu pescoço a mostra e enfiei minha faca no meio de sua garganta. Ela sufocou com o próprio sangue que esguichava em minhas mãos e camisa.

Que bom que eu só usava camisas pretas, isso ajuda para ninguém perceber que ela estava manchada ou encharcada de sangue. Eu mudei o ângulo da minha faca e a arrastei até o outro lado de sua garganta, em seguida, fazendo o mesmo do lado oposto, esculpindo um sorriso.

A mulher caiu dura no chão, sua garganta ainda escorrendo o seu sangue. Morta. Agora era a vez daquele homem.

Eu não demorei muito para encontrá-lo tentando subir do esgoto que dava acesso ao subúrbio da cidade. Aproximei-me e puxei sua camisa para ele descer novamente, caindo com um baque audível quando suas costas colidiram contra o chão, ele soltou um gemido de dor. Enfiei minha faca em suas costelas e ele gritou de dor. Eu ainda tenho que conversar com ele para dizer o quanto ele é um covarde.

Agachei-me até que meu rosto pairou na frente do dele e com o sorriso torcido nos lábios. — Você é um covarde, sabia? — Eu disse olhando em seus olhos apavorados. Eu queria que ele confirmasse que ele era um covarde. Virei o ângulo da minha faca em sua costela. — Sabia?

Ele balançou a cabeça freneticamente. — Sim, eu sou um covarde! — Ele admitiu. — Por favor, não me mate. Por favor, eu faço tudo o que você quiser. Só por favor, não me mate. — Ele disse rapidamente, ofegando com a dor nas costelas.

Ele fez igual a sua namorada, me olhou nos olhos e implorou. Eu não sei de onde as pessoas ouviram falar que se você olhar nos olhos do assassino ele ficará com pena e lhe poupará. Isso era uma mentira do caralho, pelo menos para mim.

— A única coisa que eu quero agora, é que você morra. — Eu disse com diversão, um sorriso assassino sempre em meus lábios para assustar as vítimas.

Eu tirei minha faca de suas costelas e a trouxe até o seu coração, perfurando a pele lentamente. Ele soltou um grito ensurdecedor. A cidade em cima de nós, estava menos movimentada por já ser três horas da madrugada, alguém poderia ouvir o homem gritar e chamaria a polícia, mas isso me daria muito tempo para sair daqui.

O homem parou de gritar. Morto. Eu me levantei e peguei um lenço de papel da minha blusa e limpei a lâmina e minhas mãos que tinham sangue do homem e da mulher misturados, depois deixei cair ao lado do corpo do homem.

Arrastei o corpo do homem até onde estava o corpo da mulher, e o joguei em cima.

Saí tranquilamente até a direção da estação de trem. Estava praticamente vazio, exceto por um casal de idosos que me olharam com curiosidade por eu sair das linhas de trem. Eu não dei atenção a eles e fui comprar uma passagem para Manhattan.

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