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Capa do romance Superando Barreiras

Superando Barreiras

Jamile Gonçalves é uma jovem gentil que valoriza a dignidade e o auxílio ao próximo. Contudo, sua trajetória enfrenta obstáculos quando ela é demitida da clínica odontológica onde atuou por muito tempo. Em busca de recomeço, ela aceita um cargo em uma editora renomada. Essa mudança profissional inesperada transforma sua realidade de forma profunda, trazendo novos rumos e desafios que Jamile jamais imaginou encontrar em seu caminho.
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Capítulo 2

Zuleica sorri para Jamile, pega a garrafinha de água e toma.

– Obrigada meu anjo, tem o meu filho, deixa ver se lembro o número dele – esfregando a testa ela tenta lembrar.

– Não tenha pressa, se acalma primeiro. – Limpando os machucados do tombo tentar acalma-la, ela está muito nervosa.

Lembrando o número do filho, passa para Jamile que liga em seguida.

– Oi querido, eu estou aqui no centro, fui assaltada levaram tudo– fala chorando.

– Como assim mamãe, você está aonde?

– Estou numa praça aqui em frente ao casarão amarelo.

–Não saia daí já estou indo.

– Estou com uma linda jovem, ela me ajudou e emprestou o celular dela para ligar para você.

– Está bom, em quinze minutos eu chego aí.

Ele desliga e Jamile guarda o celular, ela não quer deixar aquela senhora sozinha, está muito preocupada com a segurança dela ali.

– Muito obrigada querida, eu saio pouco de casa, vim no centro, porque amanhã é aniversário do meu filho ele vai fazer vinte e nove anos, e eu estava vendo um presente para ele.

– Aqui é perigoso, mas o melhor horário para andar por aqui com menos riscos é na hora do almoço que tem mais movimentação.

–E eu decidi vim depois do almoço– fala com as mãos na cabeça.

– Graças a Deus que foi só coisas matérias que eles levaram, essas coisas obtemos de volta.

– Verdade minha linda, como você se chama meu anjo?

– Jamile, e a senhora? – pergunta com um sorriso.

– Zuleica querida, eu acabei de arrumar uma amiga mais que alegria.

– Prazer Dona Zuleica, sim eu estou feliz de poder ser sua amiga rsrsrs.

Quinze minutos depois um sedan prato para na frente delas e Zuleica diz que é o seu filho que chegou.

– Querida, vou pegar com ele um papel e você anota seu número para marcarmos um chá.

– Claro, marco sim, será um prazer tomar um chá com a senhora. – diz com sorriso Largo.

– Mamãe, como você está? – ele diz se aproximando.

– Estou bem meu filho, essa é a Jamile meu anjo da guarda– diz ela apontando para Jamile.

– Você.... parece que hoje foi dia de nos encontramos – diz Ronaldo estendendo a mão para Jamile.

– Coincidências acontecem rsrs, eu a encontrei caída aqui e ajudei só isso.

– Não querida, só isso não, você foi solidária a minha dor, hoje em dia é difícil alguém socorrer uma pessoa.

– Dona Zuleica eu só fiz minha obrigação como cidadã, agora estou aliviada que a senhora está entregue.

– Eu vou te levar em casa, venha, vamos para o carro. – Ronaldo fala olhando para Jamile.

– Não há necessidade eu pego o ônibus ali no ponto.

– Por favor querida, é o mínimo que podemos fazer agora. – Zuleica pega no braço de Jamile a levando para o carro.

Eles a deixam na porta de casa, ela anota o número do telefone como combinado e agradece dá um beijo na testa de Zuleica e sai.

–Filha você saiu para comprar um sapato e demorou, estávamos já preocupados com você– João fala ao vê lá entrando em casa.

–Eu ajudei uma senhora que foi assaltada no centro, ela estava caída, fiquei com ela até o filho dela chegar, eles me trouxeram para casa – colocando a sacola no sofá, vai tomar café da tarde com seus pais.

–O centro é muito perigoso, sua mãe disse que conseguiu o emprego?

–Sim papai, começo segunda feira, inclusive o filho da Dona Zuleica quem ajudei, foi a pessoa que me entrevistou lá na Editora.

– Nossa que mundo pequeno – Carmem fala dando risada.

– Jamile, e a senhora? – pergunta com um sorriso.

– Zuleica querida, eu acabei de arrumar uma amiga mais que alegria.

– Prazer Dona Zuleica, sim eu estou feliz de poder ser sua amiga rsrsrs.

Quinze minutos depois um sedan prato para na frente delas e Zuleica diz que é o seu filho que chegou.

– Querida, vou pegar com ele um papel e você anota seu número para marcarmos um chá.

– Claro, marco sim, será um prazer tomar um chá com a senhora. – diz com sorriso Largo.

– Mamãe, como você está? – ele diz se aproximando.

– Estou bem meu filho, essa é a Jamile meu anjo da guarda– diz ela apontando para Jamile.

– Você.... parece que hoje foi dia de nos encontramos – diz Ronaldo estendendo a mão para Jamile.

– Coincidências acontecem rsrs, eu a encontrei caída aqui e ajudei só isso.

– Não querida, só isso não, você foi solidária a minha dor, hoje em dia é difícil alguém socorrer uma pessoa.

– Dona Zuleica eu só fiz minha obrigação como cidadã, agora estou aliviada que a senhora está entregue.

– Eu vou te levar em casa, venha, vamos para o carro. – Ronaldo fala olhando para Jamile.

– Não há necessidade eu pego o ônibus ali no ponto.

– Por favor querida, é o mínimo que podemos fazer agora. – Zuleica pega no braço de Jamile a levando para o carro.

Eles a deixam na porta de casa, ela anota o número do telefone como combinado e agradece dá um beijo na testa de Zuleica e sai.

–Filha você saiu para comprar um sapato e demorou, estávamos já preocupados com você– João fala ao vê lá entrando em casa.

–Eu ajudei uma senhora que foi assaltada no centro, ela estava caída, fiquei com ela até o filho dela chegar, eles me trouxeram para casa – colocando a sacola no sofá, vai tomar café da tarde com seus pais.

–O centro é muito perigoso, sua mãe disse que conseguiu o emprego?

–Sim papai, começo segunda feira, inclusive o filho da Dona Zuleica quem ajudei, foi a pessoa que me entrevistou lá na Editora.

– Nossa que mundo pequeno – Carmem fala dando risada.